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A capilaridade da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde no Brasil
Autor: Tania França, Celia Pierantoni, Soraya Belisario, Katia Medeiros, Janete Castro, Isabela Cardoso e Ana Claudia Garcia
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Publicado em: Atas CIAIQ2016: Investigação Qualitativa em Educação, Porto. CIAIQ, v. 2, p. 66-73, 2016. Link para o artigo: http://proceedings.ciaiq.org/index.php/ciaiq2016/article/view/738

Resumo:

Trata-se de revisão integrativa da literatura que objetivou identificar as concepções sobre educação permanente em saúde no Brasil, as metodologias utilizadas para seu desenvolvimento, as estratégias, principais desafios e dificuldades relacionadas à execução da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), do Ministério da Saúde do Brasil. O estudo foi desenvolvido em bases de dados científicas, em 2015, resultando em 94 publicações, que discutem experiências de implantação da PNEPS. A educação permanente tem sido compreendida quanto aos seus pressupostos conceituais e metodológicos como uma estratégia transformadora das práticas de saúde, com grande potencial para o rompimento do paradigma tradicional que orienta os processos de formação dos trabalhadores da saúde. Tem-se como desafio o planejamento e implementação da política no âmbito regional, cuja manutenção precisa se efetivar por meio de gestão participativa e colegiada, exercitando o processo de descentralização e negociação democrática, sustentada nas necessidades locais.

 


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